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Thiago Moch

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Marketing

Uso de arquétipos na construção de marcas

Este post promete mostrar uma visão incrível sobre a construção de marcas. Uma metodologia sólida e comprovada para estabelecer uma identidade única, memorável e irresistível para a sua marca. Portanto, abra sua mente. Aqui existe psicologia, marketing, branding, filosofia, motivação, emoção e grandes ideias. É uma pena, mas essas ideias não são minhas, furtei-as do estudo feito pela Margaret Mark e Carol S. Pearson, autoras do excelente livro O Herói e o Fora-da-Lei.

Afinal, o que é arquétipo?

Arquétipo é a primeira ideia de alguma coisa, o princípio de algo. Qual o arquétipo de uma cadeira, por exemplo? Ah, uma cadeira – PARA SER UMA CADEIRA, ela precisa de que? Ela precisa de um assento, pés e um encosto. Existem milhares de cadeiras no mundo, nos mais variados estilos, mas o arquétipo dela é apenas um.

Qual o arquétipo de uma espada? Uma espada é formada por uma lamina, normalmente reta e pontiaguda – de metal – e uma empunhadura para segurá-la. De novo: existem vários tipos de espadas, mas o seu arquétipo é único.

espadas

E quando levámos os arquétipos para o lado das histórias? Será que existem padrões também? Claro. Por exemplo, se você parar pra analisar direitinho, vai perceber que as novelas e filmes também seguem um padrão arquetípico, por isso muitos deles são parecidos, o que muda são personagens. Aliás, são através dos personagens que nos identificamos com as histórias… Sejam eles heróis, vilões, brincalhões, românticos, inteligentes, mochileiros, enfim…

E por falar em personagem, já percebeu que todo super-herói tem um ponto fraco? Faz parte do seu padrão arquétipo. Qual a graça se o super-homem fosse resistente a kriptonita? Não teria, né? A kriptonita faz ele ficar parecido com nós: frágeis. Somos fortes e ao mesmo tempo fracos. Temos qualidades e defeitos. Não somos perfeitos. O super-homem também não pode ser. Nada é perfeito. Se as histórias fossem perfeitas, nós não nos identificaríamos com elas.

Essa sintonia que acontece entre nós e os personagens é algo que todos os seres humanos compartilham em comum. É o que o psicanalista Carl G. Jung chama de inconsciente coletivo.

Um pouco sobre o incosciente coletivo de Jung

Para você entender melhor, existem dois tipos de inconscientes: o inconsciente pessoal e o inconsciente coletivo. O primeiro está relacionado aos pensamentos, comportamentos e sentimentos vividos por nós e que estão guardados no nosso subconsciente. Às vezes eles são despertados através de um sonho ou do nada, sem ao menos esperar. Já o segundo, o inconsciente coletivo, não representa o que nós vivemos, e sim o que a SOCIEDADE vive/viveu. Louco, né?

“…o inconsciente contém, não só componentes de ordem pessoal, mas também impessoal, coletiva, sob a forma de categorias herdadas ou arquétipos. Já propus a hipótese de que o inconsciente, em seus níveis mais profundos, possui conteúdos coletivos em estado relativamente ativo, por isso o designei inconsciente coletivo” (JUNG, p. 127)

Carl G. Jung notou, em suas viagens ao redor do mundo, que um indivíduo que não conhecia (conscientemente) um mito romano, por exemplo, sonhava com ele. Ou seja, sem que tenhamos conhecimento de uma determinada história mitológica, lenda ou experiência religiosa, nós sonhamos, fantasiamos e vivenciamos momentos parecidos.

A teoria motivacional humana e os arquétipos

A teoria motivacional humana é focada nos quatro principais impulsos humanos, ela está posicionada ao longo de dois eixos:

  • Pertença vs Independência
  • Estabilidade vs Mestria

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Na primeira ponta – Pertença ou Grupo – sentimos uma profunda necessidade de fazer parte de um grupo. Seja na universidade, no curso de inglês, dos amigos de infância, da galera que gosta de aventura, enfim. O mais interessante é que até nos moldamos para pertencer a um grupo, por exemplo, nos vestimos de forma diferente, nos comportamos e falamos de forma diferente. É como se criássemos uma persona para cada grupo social da qual fazermos parte. Diferente, por exemplo, da ponta – Independência ou Auto-realização. Aqui é o oposto. Aqui nós não nos moldamos, pois tudo é exatamente do nosso jeito. Queremos ficar só, refletir, tomar as nossas próprias decisões, mesmo que o outro não as entendam. Queremos conhecer o nosso Eu.

Lá em cima nós temos Estabilidade ou Controle. Esse é um dos impulsos mais fortes que sentimos. Antes de qualquer coisa nós queremos ter segurança; uma casa, comida e um bom emprego. É por isso que existem milhões de pessoas fazendo concursos todos os anos. Esse impulso também é forte quando queremos empreender, comandar uma equipe… Queremos, na verdade, ter um certo poder nas mãos. Na ponta da – Mestria ou Risco – temos coragem para aceitar desafios e arriscar. Queremos o novo. Queremos fazer algo notável e ser lembrado para sempre.

É muito importante entender que nós navegamos entre esses impulsos no dia-a-dia. Ora queremos pertença e estabilidade, ora independência e mestria, ora estabilidade e pertença. Não há uma regra. Depende da nossa rotina, das nossas emoções e dos nossos desejos. Por exemplo, vamos supor que eu sou um cara que trabalha 8h às 18h todos os dias, tenho um emprego “estável”, durante a noite estudo e finais de semana fico com a família. Isso significa que o meu mundo estável está bem preenchido. Naturalmente, tudo que for o oposto disso irá me atrair. Seja um filme de esporte radical ou a história de alguém que largou o emprego chato para tentar um novo rumo na vida. Percebe? Pois é extremamente natural arriscarmos um pouco, sentir aquele friozinho na barriga na tentativa de fazer algo diferente.

Para cada impulso humano existem três arquétipos

Para ajudar e restringir  a nossa linha criativa, vamos destrinchar cada impulso em três arquétipos e seus mostrar os seus slogans.

Independência/Auto-realização

  1. Inocente, “Somos livres para ser você e eu”
  2. Explorador, “Não levante cercas à minha volta”
  3. Sábio, “A verdade libertará você”

Pertença/Grupo

  1. Cara-comum, “Todos os homens e mulheres são criados iguais”
  2. Amante, “Só tenho olhos para você”
  3. Bobo da Corte, “Se eu não puder dançar, não quero tomar parte da sua Revolução”

Mestria/Risco

  1. Herói, “Onde há vontade, há um caminho”
  2. Fora-da-lei, “As regras foram feitas para serem quebradas”
  3. Mago, “Pode acontecer!”

Estabilidade/Controle

  1. Governante, “O poder não é tudo… é só o que importa”
  2. Prestativo, “Ama teu próximo como a ti mesmo”
  3. Criador, “Se puder ser imaginado, poderá ser criado”

Os arquétipos e marcas

Existem muitas marcas que incorporam e moldam toda a sua comunicação baseada em um único arquétipo, agregando bastante força, sentido e vitalidade à marca.

Se você pegar a Coca-Cola, por exemplo, vai perceber que ela propaga sempre um mundo melhor. Seja lá qual seja a sua comunicação: folder, rádio, tv, Internet ou flashmob. É tudo interligado. Você vai perceber que por trás de toda sua comunicação existe um propósito: propagar um mundo feliz. “Viva o lado Coca-Cola(feliz) da vida.”, “Viva o que é bom”, “Abra a felicidade”, e agora, recentemente, “Sinta o sabor”. Ela segue o arquétipo do Inocente. O inocente quer sempre um mundo melhor. As pessoas saciam, de certa forma, esse desejo bebendo Coca-Cola. É por isso que a Coca-Cola vende felicidade, e não um refrigerante de cola. Dá uma olhada nesses comerciais:

Lindo, né?

A concorrente Pepsi, por outro lado, nos diverte utilizando o arquétipo do Bobo da Corte. Na realidade, pesquisando um pouco sobre a comunicação da Pepsi, percebi que ela se perdeu um pouco no posicionamento da sua marca. Ora ela queria ser Governante, ora Fora-da-Lei, ora Inocente e ora Bobo da Corte. Mas acredito que a linha mais interessante e de sucesso foi quando ela utilizou o Bobo da Corte. O Bobo da Corte é o malandro, o animador, o palhaço, o tolo e o comediante.

Não adianta a Pepsi querer ser inocente como a Coca-Cola. Seria muito difícil brigar com quem já é top número 1. Então por que não ser o número 2? Confira os filmes abaixo:

Voltando a falar sobre a ponta da Auto-realização, especificamente do arquétipo do Explorador, não existe comercial melhor que defina esse sentimento do que esse da Levi’s:

Incrível, não? Esse filme impulsiona a ir ao encontro da natureza, explorar o mundo. “Não levante cercas à minha volta“, esse é o lema do Explorador. O jipe Wrangler, com seu slogan, “Leve seu corpo aonde sua mente já passeou”, também é fantástico para quem quer pôr o pé na estrada e conhecer novas trilhas. Produtos ou serviços que servem de acessórios para a “jornada exploratória” das pessoas se encaixam perfeitamente nesse arquétipo: automóveis, roupas, bolsas, barracas,  cafés… sim, cafés, por que não? afinal você precisa dar uma paradinha no meio da estrada. Não é mesmo? A Starbucks é uma marca forte dos exploradores.

A Nike, por exemplo, é uma marca típica do Herói. Ela nos motiva quando estamos na ponta da Mestria/Risco. Nós compramos nike para vencer competições. Não é a toa que ela patrocina vários times competitivos e atletas. A Nike nos motiva a não desistir nunca: “Just Do It (Apenas Faça)”. Use Nike e vença, ponto final. Marcas de esportes, geralmente, caem bem nesse arquétipo.

E a Harley-Davidson? Onde você acha que se encaixa? Essa á uma das comunicações que eu mais gosto. Sem dúvida ela se encaixa no Fora-da-Lei. Quem sobe em uma Harley não ta nem aí para as regras. Eles querem mesmo é quebrá-las. O executivo da empresa, disse em uma entrevista que: “O que vendemos é a oportunidade de um contador de 43 anos se vestir de couro preto, sair de moto por aí e ver as pessoas com medo dele”.

Agora vamos falar de uma marca nacional… Qual você acha que é o arquétipo do Boticário? Vou dar uma dica: o slogan é “Acredita na beleza” ou “Aqui a vida é linda”. Tá difícil? Olha esse vídeo:

Qual a conclusão que podemos chegar? O Boticário promete transformar você. E essa é uma das principais característica do arquétipo do Mago. Quando esse arquétipo está ativo nas pessoas, elas buscam momentos mágicos, experiências transformadoras.

Bem… acho que com esses exemplos já deu pra você ter uma noção do uso dos arquétipos, né? É incrível como podemos limitar (no bom sentido) a nossa comunicação para um propósito mais amplo e profundo.

O que achou? Tente aplicar essa ideia ao seu negócio. Seja utilizando um desses arquétipos ou seja criando o seu próprio. É importante você observar a essência da sua marca, os seus valores e o propósito; as pessoas cada vez mais vão se identificar com ela e perceber, subjetivamente, o seu significado mais profundo. E aí, meu amigo, não terá concorrente que te segure.

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Marketing

5 argumentos de que você lançar o seu projeto o quanto antes

Decidi criar esse post por ter presenciado vários projetos que passam uma anos e anos sendo desenvolvidos antes de serem lançados (em produção). E olhe que nem sempre eles são de fato lançados, muitas vezes são abandonados no meio do caminho. E por quê?

Falta foco, falta verba, pessoas e tempo. Esses são apenas alguns motivos. Mas saiba que existem algumas estratégias para você validar o seu projeto rapidamente, uma delas se chama MVP (Minimum Viable Product), em outras palavras: crie uma versão simples do seu produto e coloque para rodar. Gasta o mínimo com esforço e tempo. Mas faça com que o seu modelo de negócio esteja lá para ser validado.

É preciso começar aos poucos. É preciso ter foco. A grande maioria dos projetos de sucesso começam aos poucos e são aprimorados com o tempo, sobretudo acompanhando a necessidade real do usuário (quem, de fato, utiliza o sistema).

Para defender melhor essa ideia, listo abaixo os 5 argumentos rápidos para que você entenda melhor:

1) Você não sabe a reação dos usuários

Projeto digital tem muito disso, você não sabe exatamente como o usuário vai se comportar. Pode até ter uma noção através de estudo, pesquisa, testes pré-eliminares de usabilidade,  quem sabe macumba, tarô ou seja lá o que for. Mas lembre-se: que você está lidando com pessoas, e as pessoas – amigo – são bem complicadas. Cada uma se comporta de uma maneira diferente.

O uso do sistema pelos usuários vai te ajudar a modelar o site de acordo com as necessidades deles.  Você tem o mote do projeto, a ideia inovadora, o diferencial competitivo, ok. No entanto, após o lançamento, quem dita a maioria das regras são os usuários. Portanto, avalie as críticas com sabedoria. Projeto de sucesso é aquele que o usuário participa na construção (revelando seus problemas). Cabe a você resolvê-lo de forma criativa.

2) Seu projeto pode ficar ultrapassado

Não digo só em questões de funcionalidades não…  Se você demorar muito para lançar o seu projeto, ele pode ficar tecnologicamente atrasado. E aí você vai ter que refazê-lo bem antes do que se imaginava, afinal, você não vai querer lançar seu projeto com uma tecnologia ultrapassada, lenta e bugada.

E outro detalhe… se você não correr, outra pessoa vem e lança uma ideia parecida na sua frente. Já ouviu falar que quando você pensa em alguma ideia, essa sua ideia já se espalhou pelo ar? É quase isso.

3) Motivação da equipe de desenvolvimento

A equipe sabe – principalmente se for uma equipe com os valores ágeis de desenvolvimento – que muita ideia implementada sem o uso real do sistema é perda de tempo. Se você insistir nisso, a equipe vai se desmotivar e fazer as coisas sem vontade, nas coxas, com gambis (gambiarra).

Por outro lado, se você lança o projeto e começa a receber o feedback dos usuários, você consegue motivar a equipe de uma forma impressionante. Todo mundo gosta de ver resultado no que está criando.

4) Systems change

Aprenda, sistemas mudam. Não adianta você tentar adivinhar tudo que o seu projeto precisa ter logo de início. Coloque apenas o que você tem certeza e saiba que as mudanças são normais.

Quando você passa muito tempo implementando um projeto “nas cegas”, sem uso real do sistema, acontece algo interessante, veja: 45% das funcionalidades do teu projeto NUNCA são usadas; 19% raramente são usadas; 16% algumas vezes; 13% frequentemente e 7% das funcionalidades sempre são usadas. Ou seja, pelo menos 64% do desenvolvimento foi em vão.

O Princípio de Pareto também se aplica ao desenvolvimento de software, onde 20% das funcionalidades costumam gerar 80% ou mais do benefício esperado. Pense nisso.

5) Seu bolso não vai pesar $$$

Se o projeto é lançado o quanto antes, você – empreendedor – tem a possibilidade de perceber mais claramente se ele está dando certo… Você não precisa pagar (digamos, 64% de funcionalidades que não serão utilizadas) para saber se o projeto tem futuro. Já vi o caso de uma empresa manter 2 pessoas desenvolvendo um projeto (que nem chegou a ser lançado) por um ano, tendo um custo mensal enorme. É isso mesmo que você vai querer?

Analise a situação com calma e boa sorte!

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Marketing

Mensure suas campanhas de Email Marketing

No email marketing – bem como em qualquer comunicação digital – se você não mensurar o seu resultado, você fica de mãos atadas quanto ao efetivo retorno dela; assim como não se pode melhorar e nem corrigir o que está errado. É por isso que as métricas são tão importantes, porque elas te mostram o resultado real das suas ações. Você só precisa aprender uma coisa: interpretá-las.

O que medir?

Existem as métricas mais simples, como por exemplo: quantos emails foram entregues? Quantos usuários abriram? Qual foi a taxa de cliques? Você também pode medir algumas métricas negativas e não menos importantes como: quantos usuários se descreveram? Quantos emails voltaram? Quantos reclamaram de SPAM?

Além dessas métricas simplórias, existem indicadores mais elaborados que mostram o sucesso do ROI, bem como uma visão mais completa do sucesso da sua campanha. Você precisa determiná-los com base em metas e objetivos da empresa, porque vai muito além de “emails abertos” e simples “cliques”.

Estamos falando de várias outras ações que o seu email marketing pode desencadear. Por exemplo:

  • Curtidas no Facebook
  • Seguidores no Twitter
  • Pins no Pinterest
  • Uso de Cupons Promocionais
  • Feedback de clientes
  • Geração de Leads

Você também terá outros resultados com a sua campanha de email marketing das quais não poderá mensurar diretamente, como fixar o posicionamento da sua marca e fidelizar seus consumidores.

Quando você determinar o que medir dentro da sua campanha de e-mail marketing e obter os primeiros resultados, se concentre em responder a seguinte pergunta: o que causou esse resultado e como podemos melhorá-lo? O resultado poderá ser negativo ou positivo. Entretanto, você sempre poderá melhorar algum detalhe. Pense nisso.

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Marketing

Como escolher a melhor Loja Virtual para o seu negócio

Se você está diante de diversas ferramentas de Loja Virtual, mas está em dúvida sobre qual a melhor para o seu negócio, analise algumas questões:

Design

O design é fundamental para passar credibilidade ao seu cliente. Com uma Loja Virtual bem estruturada, fácil de navegar e limpa, você transparece ser uma loja bem organizada e segura – mesmo que não seja. Procure ferramentas que permitam a personalização da sua loja, torne o design um diferencial competitivo para o seu negócio.

Marketing

É imprescindível a sua Loja Virtual ter total suporte a estratégias de Marketing Web. Esta talvez seja a questão mais importante, sobretudo por tornar o seu negócio mais conhecido e confiável. Verifique se a plataforma da suporte a questões de SEO (Otimização de Sites), Email Marketing, Monitoramento Web e relacionamento com Redes Sociais.

Simplicidade

Procure uma ferramenta fácil de administrar. Desconfie das ferramentas gratuitas, elas são cheias de falhas e difíceis de usar, você acabará pagando um preço mais caro no final. Faça um teste, utilize uma versão demostrativa para analisar o uso.

Suporte

Você não quer ficar em uma situação onde precise de ajuda, mas não consegue tê-la. Sempre haverá alguns problemas para serem resolvidos pelo seu fornecedor, é absolutamente normal. Então, se você não quiser perder seus clientes, precisa de um suporte garantido.

Segurança

A questão de segurança não é muito visível ao acessar a plataforma. Por isso, você deve procurar empresas sérias, que se preocupam com a segurança do seu negócio e dos seus clientes.

Se você gostaria de criar uma Loja Virtual, a Webinterativa tem serviços e ferramentas seguras para você.

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Marketing

5 dicas rápidas para quem está lançando sua startup

Foco!

Ô palavrinha difícil de ser implementada. As vezes o projeto o seu primeiro projeto nem foi lançado e você já está desenvolvendo outro e outro e outro. Simplesmente pare. Foque no seu projeto inicial. Pelo menos até ele ser lançado e você conseguir visualizar algum retorno, tanto do público quanto do financeiro. Se você sentir que pode tocar outro projeto, ligar o piloto automático ou desistir do projeto, sinta-se à vontade para começar outro negócio, bola pra frente.

Simplicidade

“Simplicidade é a sofisticação máxima” Leonardo da Vinci. Pense nos produtos da Apple, pense no sistema de buscas do Google, todos eles são aparentemente simples e proporcionam uma enorme experiência positiva ao usuário. Esta é a função do design. Um ótimo design agrega simplicidade, arte, acessibilidade, usabilidade e experiência para o usuário.

Teste constantemente

A primeira impressão é a que fica. Você não vai querer decepcionar o usuário em sua primeira visita. Cada melhoria no sistema pode afetar uma área improvável do site. Portanto, teste tudo. Peça para seus amigos e familiares testarem. Clique nos lugares mais absurdos. Pense como um usuário leigo, sabe aquele usuário que nem consegue ligar um computador direito? Pronto.

Lance uma versão beta

Informe aos usuários que o sistema está em uma versão beta. A versão beta demonstra aos usuários que o projeto ainda está em desenvolvimento e poderá ocorrer pequenas falhas. Porém, o projeto já está pronto o suficiente para o uso.

Utilize algum tipo de métrica

As métricas vão ajudar você a entender melhor o comportamento dos usuários. Você saberá coisas do tipo: quantos usuários acessam seu site e em qual hórario; de onde eles chegam; quanto tempo eles passam em determinada página; qual a resolução e navegador ele usa, enfim, centenas de coisas. Utilize o serviço gratuito do Google Analytics para isso. É simples e fácil de usar.

Crie um canal de sugestões

Deixe claro que você precisa da partipação dos seus usuários para melhorar o sistema, seja humilde, as pessoas gostam de colaborar, elas gostam de fazer parte de um grupo.

Boa sorte!

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Marketing

O que é uma Fan Page (Página de Fãs)?

Não é novidade para os amantes da tecnologia que o Facebook está em uma crescente constante em nosso país. O Brasil teve a maior taxa de crescimento em usuários (cerca de 10%) e já tem mais de 19 milhões de perfis. Os dados foram divulgados pela Inside Network, empresa de pesquisas.

Grande parte do crescimento da rede social Facebook acontece, sem dúvida, por conta do relacionamento entre os consumidores e as marcas, proporcionado através das Fan Pages (páginas de fãs onde os consumidores podem interagir com suas marcas preferidas).

Usando as próprias palavras do Facebook: As páginas de fãs (fan pages) existem para que as organizações, empresas, celebridades e bandas transmitam muitas informações ao seus seguidores ou ao público que escolher se conectar a elas. Semelhante aos perfis, as Páginas podem ser aprimoradas com aplicativos que ajudem as entidades a se comunicarem e interagirem com o seu público e adquirirem novos usuários por recomendações de amigos, históricos dos Feeds de notícias, eventos do Facebook e muito mais.

Por que ter uma Fan Page é importante?

  • Você se aproxima dos seus consumidores;
  • Entende o que seu público-alvo precisa;
  • Faz promoções exclusivas para os seus fãs;
  • Sabe quem são as pessoas que mais interagem com sua marca;
  • Potencializa a comunicação da sua marca.

A Fan Page substitui um Site?

Não sou a favor de substituir um site por uma Fan Page, embora algumas empresas tenham adotado essa prática. Eu enxergo da seguinte forma: a Fan Page é um complemento, tanto para o seu site quanto para o seu consumidor.

Sou a favor de você apresentar na sua Fan Page, de modo mais objetivo, tudo o que seu site contenha. Sobretudo para não retirar o usuário do Facebook. Mas, caso o usuário precise de mais detalhes, garanto que não hesitará em visitar o seu site – onde você poderá trabalhar melhor os seus objetivos e outras formas de comunicação.

Além disso, uma Fan Page tem diversas limitações que seu Site pode não ter. Por exemplo:

  • O conteúdo da sua Fan Page não será totalmente indexado pelos mecanismos de busca. Ou seja, você pode perder diversas oportunidades de ganhar visitas e fazer negócios – Entenda como funciona o SEO (Otimização de Sites);
  • Nem todo mundo usa Facebook. No Brasil existem mais 80 milhões de usuários. No Facebook, entretanto, são cerca de 19 milhões de brasileiros.
  • Embora você possa personalizar a sua Fan Page, você nunca terá a flexbilidade que um Site proporciona (100% de personalização).
  • Você tem total controle sobre o seu Site. Substituir seu Site por uma Fan Page é arriscado, nunca se sabe quando as regras do jogo podem mudar.

Existe diferença entre Fan Page e Perfil?

Sim, muitas.

Um perfil é representado por uma pessoa física. E de acordo com os termos de serviço do Facebook, nenhuma marca pode ter um Perfil. E com toda razão, pois um perfil não tem as oportunidades que uma Fan Page proporciona para uma marca.

  1. Os perfis possuem um limite máximo de amigos. As Fan Pages não possuem nenhuma limitação quanto ao número de fãs.
  2. Uma Fan Page permite que você crie aplicativos e interaja com milhares de fãs. Além disso, você pode promover discussões, enquetes, vídeos, fotos etc.
  3. Através da Fan Page é possível analisar os dados em forma de relatório. Você tem dados demográficos, alcance, repercussão e muitas outras métricas para avaliar e entender o desempenho e os fãs da sua página.
  4. Assim que um usuário curte a sua Fan Page, automaticamente ele passa a receber as suas atualizações da página em seu mural. E se ele interagir com a Fan Page, os amigos dele também recebem a interação em seus respectivos murais.

Como migrar de um Perfil para uma Fan Page?

É simples. Você precisa logar com seu perfil, acessar este link e seguir o passo a passo do próprio Facebook. Após a migração, todos os seus amigos se transformam em fans, porém todo o conteúdo é apagado.

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Marketing

6 dicas rápidas de como criar um Email Marketing mais eficaz

O Email Marketing é uma das formas mais naturais de promover produtos e criar relacionamento com o seu usuário. Ele é também, se bem utilizado, bastante eficiente a nível de conversão. Portanto, você não deve deixá-lo de fora da sua estratégia de comunicação.

Bem, aqui vão 6 dicas rápidas de como maximiar o potencial do seu Email Marketing

1) Coloque uma opção sucinta, no rodapé do email, para o usuário se CADASTRAR no seu Email Marketing. Imagine que um usuário resolve encaminhar o seu email para um amigo… Ele pode facilmente gostar do seu conteúdo e querer receber continuamente aquelas informações. Portanto, a opção para ele se cadastrar tem que estar no corpo do email.

2) Seu conteúdo tem que ser atraente em qualquer plataforma. Por exemplo, alguns programas de email desativam a opção de carregar as imagens, fazendo com que a sua mensagem fique com falhas de comunicação. Por isso, é importante analisar como fica seu email mesmo sem as imagens carregadas. E não esqueça de testar também nos dispositivos móveis: celulares e tablets.

3) Tenha uma página externa com o conteúdo do seu Email Marketing. Caso o usuário tenha algum problema em abrir o email, ele terá uma opção de abrir o conteúdo externamente em uma página da web.

4) Credibilidade. Crie uma política de prividade séria e divulge um link no corpo do seu email. É importante as pessoas saberem que você não irá utilizar os emails de forma errada e antiética.

5) Crie os assuntos de forma clara e concisa. Lembre-se que o assunto é o chamariz para o usuário visualizar ou não o seu email. Seja persuasivo.

6) Ofereça sempre uma opção para o usuário se descadastrar. Ele se sente seguro em saber que existe uma opção para não receberem mais o seu conteúdo.

Estas são apenas algumas dicas de como aprimorar a sua comunicação por email. Existem muitas outras.

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Marketing

O grátis cada vez mais grátis

Na especulada economia do sec xxi, onde os bits são a bola da vez, dar coisas grátis – ou 99,8% grátis – torna-se algo cada vez mais comum. surge um novo paradigma de mercado, uma oportunidade disfarçada. e quem enxerga-la primeiro, sai na frente.

No mundo real, as idéias de grátis mais comuns são, muitas vezes, maquiadas para dar impressão de um bom negócio. compre 2 e leve 3, amostra grátis, compre um produto e ganhe um brinde. etc. puro marketing, os valores já estão inclusos nos produtos.

Algumas empresas off-line inovam e, de fato, dão coisas grátis. os clientes da SampleLab, em tóquio, ganham até 5 ítens grátis a cada visita. velas, cartuchos de tinta, creme, jogos de vídeo-games, etc. tem de tudo, e tudo gira em torno de U$50. como isso é possível? a maior parte da receita provém do aluguel dos espaços na prateleira da loja e do feedback dos clientes. interessante, não?

O fato é que de uma forma ou de outra, no mundo real, há um custo envolvido na produção e manutenção na qual precisam ser pagas. seja através de outro produto, seja através de um fornecedor, seja alguém que pague por você, etc.

Aqui, mundo digital, o “grátis” se transforma em cada vez mais grátis. quando pegamos um livro, um vídeo, uma foto, ou qualquer informação que seja, e transformamos em bits, o custo de reprodução cai vertiginosamente. assim como a lei de moore afirma que o processamento dos computadores dobram – sem aumentar o custo – a cada dois anos, o preço da a largura de banda e o armazenamento caem tal rápido quanto. ou seja, isso faz com que o custo doyoutube para postar um vídeo caia pela metade em 1 ano. isso faz com que, cada vez menos, o flickr gaste por uma foto postada lá.

Ora, se meu preço de reprodução cai toda hora, a tendência é ser zero. pensando nisso, eu posso distribuir informação gratuita pra deus e o mundo. aqui, dinheiro não é importante, e sim, reputação e atenção dos usuários. foi não pensando nisso que muitas empresas foram a falência em 2001, na bolha da internet.

A maioria dos produtos do google, se não forem todos, são totalmente de graça pra ganhar atenção e reputação dos usuários. com isso ele – através dos links patrocinados – utiliza um estilo diferenciado para ganhar dinheiro e ser uma empresa bilionária.

flickr, o rapidshare (vários shares), o eu vou passar, o financial times e vários outros serviços na internet desenvolveram a idéia do freemium pra ganhar dinheiro. eles disponibilizam serviços grátis pra maioria dos usuários. mas se você quiser uma coisinha a mais, você paga por isso. é a ideia que 5% dos usuários sustentam todo o resto.

Enfim, “a informação quer ser livre” disse Chris Anderson. No mundo dos bits você não cobra por informação, seria injusto. Notoriamente vemos isso. Então pense, inove e desenvolva uma maneira de aproveitar essa oportunidade.

Ps: as idéias deste post foram, meramente, furtadas de Chris Anderson, autor do livro Free: grátis – O Futuro dos Preços e A Cauda Longa.